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10/08/2018

Envolvimento zoonótico com Sporothrix schenckii: Relato de caso

A esporotricose é uma doença aguda, subaguda ou crônica causada pelo fungo Sporothrix schenckii, que acomete vários animais domésticos e o homem. Os felinos apresentam alto potencial zoonótico devido à grande quantidade de organismos fúngicos observados nas lesões e por carrearem o agente nas unhas e na cavidade oral, o que torna mais provável a transmissão a partir de gatos do que cães. A esporotricose é na maioria das vezes transmitida por mordedura ou arranhadura desses animais, mas pode também ocorrer por risco ocupacional dos trabalhadores. A doença é considerada uma zoonose e os índices de transmissão de felinos infectados para o homem vêm crescendo nestes últimos anos. Assim o trabalho teve por objetivo relatar um caso de esporotricose com envolvimento zoonótico, onde ocorreu a transmissão da micose de um felino doméstico para o proprietário através de arranhadura, salientando a importância do diagnóstico precoce para a instituição de medidas terapêuticas e profiláticas adequadas. Desta maneira a orientação adequada do Médico Veterinário para proprietários de animais infectados é extremamente importante para que sejam minimizados os riscos de contaminações.

25/07/2018

Toxoplasmose humana e sua relação com alimentos e animais de companhia: Revisão de literatura

A toxoplasmose humana caracteriza-se por uma infecção de grande importância em saúde pública. Esta doença pode provocar graves lesões sistêmicas, variando de sinais neurológicos, ósteo-musculares, respiratórios a oculares, dentre outros. O hábito alimentar de consumo de carnes e produtos de origem animal, crus ou mal cozidos tem grande importância na epidemiologia da toxoplasmose. Os alimentos vegetais contaminados com oocistos e os de origem animal, principalmente produtos suínos e ovinos com cistos, são os maiores responsáveis pela infecção humana. Além destes alimentos, estão envolvidos, o solo contaminado e roedores infectados, ingeridos parcial ou totalmente, como consequência dos hábitos carnívoros exercidos pelos animais. O Toxoplasma gondii, agente etiológico da toxoplasmose, tem o gato como hospedeiro definitivo, e o homem e outros animais como hospedeiros intermediários. Embora o gato elimine os oocistos (formas infectantes) por apenas 15 dias durante uma única vez em sua vida, quando primo-infectados com o Toxoplasma gondii, estes oocistos liberados no ambiente podem permanecer no solo por meses ou até anos em condições favoráveis de umidade, temperatura e incidência solar, podendo contaminar as mais variadas espécies animais. O objetivo desta revisão é salientar a necessidade dos hábitos de higiene com os alimentos, os quais estão em evidência na transmissão da toxoplasmose.

25/07/2018

Toxoplasmose felina: Revisão de literatura

A toxoplasmose trata-se de uma importante zoonose, causada pelo toxoplasma gondii, de grande interesse em saúde pública, homem pode adquirir a doença atravéz da ingestão de alimentos contaminados como carne crua ou mal cozida, hortaliças e por via transplacentária. Os felídeos são os hospedeiros definitivos eliminando o oocisto nas fezes. Este trabalho tem como objetivo demonstrar por meio de revisão literária alguns aspectos da toxoplasmose felina, como os sinais clínicos, e a importância da doença na saúde pública.

25/07/2018

Toxoplasmose felina: Revisão de literatura

A toxoplasmose é uma zoonose causada pelo Toxoplasma gondii e de grande importância para a saúde pública. O homem pode adquirir a doença através da ingestão de alimentos contaminados como carne crua ou mal cozida, hortaliças, leite, além de transfusão sanguínea e transplante de órgãos. Gestantes podem transmitir a toxoplasmose para o feto e, como conseqüência, eles podem apresentar lesões severas, tal qual a hidrocefalia. Por sua vez, os gatos estão cada vez mais presentes no cotidiano do homem, como animal de estimação. Uma vez que os felinos são os hospedeiros definitivos do Toxoplasma gondii, eliminando oocistos nas fezes, há o risco de contaminação do meio ambiente e propagação da infecção para os seres humanos e outros animais domésticos. Este trabalho tem como objetivo demonstrar por meio de revisão literária alguns aspectos da toxoplasmose felina, como os sinais clínicos, potencial zoonótico e a importância da doença na saúde pública.

26/06/2018

Pênfigo foliáceo: Relato de caso

Pênfigo foliáceo é uma dermatose com etiologia de caráter autoimune, considerado a forma mais comum do complexo pênfigo. O presente estudo visou relatar um caso de pênfigo foliáceo, acompanhado durante o período de 15 de março de 2011 até o dia 28 de novembro de 2012, de um cão. Este caso foi atendido no Centro Médico Veterinário (UNIMONTE-SANTOS-SP). O paciente apresentava como sinais clínicos: alopecia bilateral periocular, despigmentação de face interna de plano nasal, membros pélvicos com crostas melicéricas, edema em região inguinal bilateral, presença de pústulas e ulcerações crostosas com sangramento nos coxins palmo-plantares. No exame histopatológico foi diagnosticada dermatite autoimune compatível com Pênfigo Foliáceo. No início do tratamento foi utilizada a prednisona como imunossupressor, porém foi observado que o uso somente da prednisona, não estava obtendo bons resultados, então, optou-se por associá-la com a azatioprina. O retorno do paciente era realizado a cada vinte dias, sendo os exames solicitados a cada três meses para avaliação geral do paciente, devido aos riscos e efeitos colaterais das medicações imunossupressoras. Após um ano e oito meses de tratamento contínuo, houve uma melhora do quadro clínico do paciente e uma boa resposta do estado imune do mesmo. O ponto crítico do tratamento foi exposição do paciente aos efeitos colaterais, porém a associação medicamentosa permitiu ao paciente uma boa resposta ao tratamento, proporcionando uma melhor qualidade de vida e aumento da sobrevida. Assim que o tratamento evoluiu os efeitos colaterais se apresentaram menores no paciente e melhor foi sua atividade imune.

26/06/2018

Hipotireoidismo canino: Revisão da literatura

A tireoide é a glândula endócrina mais importante na regulação do metabolismo animal e, para que os níveis de atividade metabólica no organismo sejam mantidos normais, a secreção de hormônios tireoidianos é contínua, possuindo mecanismos específicos de feedback que agem através do hipotálamo e da hipófise anterior para controlar a taxa de secreção tireoidiana. O hipotireoidismo é a doença endócrina que mais afeta os cães, tratando-se de um distúrbio multissistêmico, pois a deficiência de hormônios tireoidianos afeta todos os sistemas corporais, e ocorre devido ao desequilíbrio em qualquer parte do eixo hipotálamo-hipófise- tireoide. O tema deste estudo foi escolhido devido à importância do hipotireoidismo na clínica médica de cães, e este trabalho foi realizado através de uma revisão da literatura sobre o tema, com a pesquisa feita em livros, trabalhos universitários e artigos científicos, com o objetivo de reunir informações recentes sobre esta disfunção tireoidiana, com ênfase em novas descobertas sobre a etiologia desta doença.

26/06/2018

Complexo granuloma eosinofílico felino: Relato de caso

O complexo granuloma eosinofílico felino compreende três tipos de lesões: úlceras indolentes, placas eosinofílicas e granuloma eosinofílico. Estudos demonstram que pode ser desencadeado por hipersensibilidade alérgica, agentes infecciosos, fatores genéticos e idiopáticos. O presente trabalho relata um caso de granuloma eosinofílico em uma gata atendida no hospital Veterinário VetCare em Barueri/São Paulo, no mês de agosto de 2016. O tratamento da paciente foi realizado através de excisão cirúrgica, uso de glicocorticoides, antibióticos e controle de ectoparasitas, e até o dado momento a paciente não apresentou recidiva.

26/06/2018

Cistite idiopática felina: Relato de caso

A cistite idiopática felina tem uma etiologia multifatorial e complexa. Ocorrem algumas semelhanças entre doença idiopática felina e cistite intersticial humana e ainda um provável envolvimento de fatores neurogênicos e estressantes na inflamação vesical. Através de um relato de caso de um felino, macho, SRD, de aproximadamente três anos de idade, atendido em maio de 2012 na Clínica Veterinária VETMASTERS, localizada em São Paulo, apresentando polaciúria e possível hematúria há três dias, o presente estudo também irá descrever as principais alterações clínicas, epidemiológicas e laboratoriais, diagnóstico e principais formas de tratamento da cistite intersticial em felinos.

14/11/2016

Criptococose em felinos: Relato de caso

A criptococose é uma infecção fúngica bastante encontrada em gatos, por se tratar de um fungo oportunista, ocorre na maioria das vezes em animais imunosuprimidos. Tem caráter zoonótico e seu agente etiológico pode ser encontrado em excretas de aves, principalmente de pombos, o que torna esses animais importantes reservatórios da doença. Objetivou-se neste, relatar um caso de criptococose em um gato, diagnosticado por meio citologia e histopatologia. Após o diagnóstico foi instituído o tratamento com itraconazol, contudo não houve melhora clínica o que suscitou na indicação do uso de fluconazol, que logo após um mês de uso foi possível observar a regressão dos sinais clínicos ao longo do tratamento.

14/10/2016

Alterações hematológicas decorrentes da infecção pelo vírus da leucemia felina (FeLV)

O vírus da leucemia felina (FeLV) foi descoberto há mais de 50 anos e desde então é considerado um patógeno importante para os gatos. O FeLV é um retrovírus altamente contagioso, transmitido pela saliva de gatos portadores, e é responsável por uma gama de síndromes clínicas. Anemia, linfoma e imunossupressão são as alterações mais comumente atribuídas ao FeLV, porém várias outras alterações hematológicas podem ser observadas, as quais ocorrem por diversos mecanismo e portanto sua compreensão é importante para o melhor desfecho clínico dos pacientes. Desta forma, esta breve revisão de literatura sobre o vírus da leucemia felina objetivou abordar a patogenia e tratamento das alterações hematológicas observadas em gatos infectados com este vírus. Basicamente, a infecção por FeLV produz citopenias por diversos mecanimos. Dentre as citopenias, a anemia é a mais comum e ocorre por efeito direto do vírus sobre os precursores das hemácias, por hemólise imunomediada, por supressão da medula óssea ou por imunossupressão que favorece a patogenicidade de outros micro-organismos, como os micoplasmas hemotrópicos. Linfopenia, neutropenia e trombocitopenia também podem ocorrer de forma isolada ou em conjunto na síndrome da pancitopenia por FeLV. As neoplasias hematopoiéticas, doenças mieloproliferativas, incluindo as leucemias, podem causar síndromes de supressão da medula óssea e possuem um prognóstico ruim por não haver um tratamento antineoplásico eficiente. O diagnóstico a infecção por FeLV deve ser obtido por teste de ELISA para a identificação do antígeno víral e pode ser confirmado pela PCR. há tratamento antiviral disponível para este retrovírus, porém o tratamento de suporte quando instituído da forma adequada aumenta a problabilidade de recuperação dos gatos sintomáticos.

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Depoimentos

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