Oferta por tempo limitado
R$ 447 à vista ou 4× R$ 111,75 R$ 655 Economize R$ 208
Encerra em --
Garantir minha vaga →

Pênfigo Foliáceo em Cães e Gatos: Sinais, Diagnóstico e Tratamento

O pênfigo foliáceo é a doença autoimune de pele mais comum em cães e gatos. Nele, o sistema imune ataca as moléculas de adesão entre os queratinócitos, levando à formação de pústulas e crostas — especialmente na face, no plano nasal e nas orelhas.

Lesões características

Pústulas que evoluem para crostas e escamas
Distribuição simétrica em face, plano nasal e pavilhões auriculares
Acometimento de coxins (hiperqueratose)
Possível comprometimento do estado geral em casos extensos

O que é o pênfigo foliáceo

É uma dermatose autoimune em que autoanticorpos atacam proteínas de adesão (desmossomos) da epiderme superficial. A perda de coesão entre as células (acantólise) forma pústulas subcórneas frágeis, que rapidamente se rompem e dão lugar a crostas. Pode ser idiopático ou desencadeado por fármacos.

Diagnóstico

Citologia das pústulas — revela células acantolíticas e neutrófilos.
Histopatologia de biópsia de pústula intacta — exame confirmatório, mostrando pústulas subcórneas com acantólise.
Exclusão de piodermite, dermatofitose e outras causas de pústulas e crostas.

Tratamento

A base é a imunossupressão, geralmente iniciada com corticosteroides em dose imunossupressora, com possível associação de outros imunomoduladores poupadores de corticoide nos casos refratários. O tratamento é prolongado, com redução gradual até a menor dose que mantenha a remissão, sempre monitorando efeitos adversos e infecções secundárias.

Prognóstico

Com diagnóstico correto e manejo adequado, muitos pacientes alcançam boa remissão e qualidade de vida. O acompanhamento de longo prazo é essencial, pois recidivas podem ocorrer ao reduzir a medicação.

Perguntas frequentes

Pênfigo foliáceo tem cura?

É uma doença controlável, não necessariamente curável. A maioria dos animais é mantida em remissão com a menor dose eficaz de imunossupressor.

Como se confirma o diagnóstico?

Pela histopatologia de uma pústula intacta, apoiada pela citologia que evidencia células acantolíticas.

Veja todos os cursos de veterinária com certificado da Equalis.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confira mais posts:

Sumário