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Leptospirose Canina: Sintomas, Diagnóstico e Prevenção

A leptospirose canina é uma doença bacteriana grave e zoonótica, transmitida principalmente pela urina de roedores e por água/lama contaminada. Ataca sobretudo os rins e o fígado, e exige diagnóstico e tratamento rápidos.

Sinais clínicos

Febre, apatia, vômito e dor abdominal
Icterícia (mucosas amareladas)
Aumento da sede e da urina, depois redução (lesão renal aguda)
Casos graves: sangramentos e dificuldade respiratória

Agente e transmissão

Causada por bactérias do gênero Leptospira. O cão se infecta pelo contato com urina de animais infectados (roedores) ou água/solo contaminados. Enchentes aumentam o risco.

Diagnóstico

MAT (soroaglutinação) — sorologia de referência, em amostras pareadas.
PCR — detecta a bactéria na fase inicial.
Bioquímica — azotemia e enzimas hepáticas orientam.

Tratamento e prevenção

Combina antibióticos (penicilinas, depois doxiciclina para eliminar o portador) e suporte renal intensivo. A prevenção é vacinação anual e controle de roedores. Por ser zoonose, manejar a urina do cão doente com cuidado.

Perguntas frequentes

Leptospirose passa para humano?

Sim, é zoonose. O contato com a urina infectada é a principal via.

A vacina protege?

Reduz muito o risco e a gravidade; cobre sorovares específicos, com reforço anual e controle de roedores.

Tem cura?

Sim, com antibiótico e suporte renal precoces. O atraso piora o prognóstico.

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